Escrevo-vos da minha casa, da minha sala, do meu sofá.
As janelas abertas deixam fugir o cheiro a novo; o cheiro a madeira ainda por usar; este sofá ainda sem uma marca de umas pernas estendidas ao comprido, a ver o mar pela janela; o amontoado de sacos e saquinhos no armário denunciam uma casa por encher, à espera dos objectos que a completarão.
Podia continuar a divagar pelas divisões fora mas agora vou-me recostar no meu sofá.
Entre o espaço e o tempo
Há um ano atrás, escrevia isto.
Como é curioso ver que, apesar do tempo que passou e de tudo o que mudou desde então, o sentimento ainda se enquadra neste espaço e poderíamos falar de 10 de Agosto de 2008.
Como é curioso ver que, apesar do tempo que passou e de tudo o que mudou desde então, o sentimento ainda se enquadra neste espaço e poderíamos falar de 10 de Agosto de 2008.
Lisboa menina e moça

Lamento não ter fotografias bonitas para vos mostrar, apenas tenho as que guardo na minha memória, visita após visita, cada vez mais bonitas, cada vez mais belas, cada vez deixam mais saudade, mais vontade de lá voltar, ano após ano, ir e voltar, regressar, ficar, aquela cidade que eu conheço, a cidade que me conhece, que eu nunca me esqueço e que nunca me esquece.
E que belo sorriso de ponta a ponta guardo eu na minha memória.
vamos?
Hoje é um daqueles dias em que eu pegava na máquina, numa boa música e numa óptima companhia (não necessariamente por esta ordem) e partia rumo a um belo passeio...sabe-se lá por onde, sei lá que paisagens encontrar e muito menos quem conhecer.
Apetecia-me. Mas não nasci para fazer estas coisas sozinha.

Apetecia-me. Mas não nasci para fazer estas coisas sozinha.

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um dia qualquer VII
sorri
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